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MIDIAS CONTEMPORÂNEAS NARRRATIVAS POPULARES inicia com Joel Pizzini
16 junho/10
O Cinema Contemporâneo e as Novas Mídias é o primeiro módulo do Projeto e será ministrado pelo cineasta sul-mato-grossense Joel Pizzini.
O conteúdo abrangerá em 6 dias, durante 18 horas, as experiências importantes da cinematografia mundial, as grandes escolas; Hollywood; a produção e a distribuição em escala mundial; o Brasil; a crise; a retomada; os fillmes de festivais e bilheteria; a TV e o cinema; a convergência.
Propõe uma reflexão criativa e sistemática, sobre a as potencialidades linguísticas do cinema e as correspondências midiáticas que se manifestam na inevitável renovação de suas formas narrativas.
Arte por excelência do século xx, o cinema se apropria de novos meios para atualizar sua difusão, e os autores-pensadores por sua vez, incorporam os efeitos midiático no tempo de percepção do público, para expandirem a linguagem da sétima arte. A relação forma x conteúdo, continua na ordem do dia.
O curso pretende examinar e discutir a obra em particular de autores como Glauber Rocha, Rogério Sganzerla e Agnes Varda, nesta transição da a rte moderna para a expressão audiovisual contemporânea.
Com exposição de planos e sequências emblemáticas da história do cinema, o curso apresentará as possibilidade narrativas que se destacam hoje em dia, quando se fala tanto da desmaterizalização da arte, da morte do cinema ou do surgimento do transcinema como fenômeno de inovação estética e tecnológica.
O limite entre a arte e ciência, a ética e a estética, bem como a influência da tecnologia no discurso artístico serão problematizados ao longo da oficina.
Joel Pizzini é natural de Dourados (MS), autor de ensaios documentais premiados internacionalmente, conquistou com os longas-metragem 500 Almas (2004) e Anabazys os prêmios de Melhor Filme, Som e Fotografia, o prêmio Especial do Júri e o de Melhor Montagem, nos Festivais do Rio de Janeiro, de Mar del Plata e de Brasília, entre outros. É conselheiro da Escola do Audiovisual de Fortaleza; professor da Faculdade de Artes do Paraná; curador da restauração da obra de Glauber Rocha; codiretor com Paloma Rocha dos documentários extras dos Dvds do cineasta; e diretor do novo filme Olho Nu (Ney Matogrosso), coproduzido pelo Canal Brasil para quem produziu Elogio da Luz. Foi curador das retrospectivas Faces de Casavetes, Festival Jodorowsky e Estratégia do Sonho, o Primeiro Bertolucci; participou do projeto Artecidade e da Bienal de São Paulo, Mercosul com videoinstações e direção de performances; e colaborou na montagem de Luz nas Trevas, de Helena Ignez (inédito) a partir de roteiro de Rogério Sganzerla. Recentemente ministrou oficinas de cinema para 60 indígenas de aldeias guarani em MS no Projeto AVA MARANDU – Os Guarani Convidam; é curador da Exposição Ocupação Rogério Sganzerla, que homenageia o cineasta e reforça a idéia sobre sua obra, na sede do Itaú Cultural, em São Paulo
Leia a entrevista com o cineasta em http://www.pontaodeculturaguaicuru.org.br/avamarandu/noticia.php?not_id=24
